>>   Menu
  Autoridades
  Calendário Municipal
  CMDCA
  Concursos
  Contas Públicas
  Cultura
  Diário Oficial de Mallet
  Editais
  Escolas Municipais
  Hino/Bandeira
  História
  Localização
   >>   Secretarias
  Administração
  Ação Social
  Agropecuária
  Educação
  Esportes e Recreação
  Finanças
  Planejamento
  Saúde
   >>   Contato
  Autoridades
   >>  Interno
  Webmail
 
>> Notícia

Secretário de Estado da Saúde visita Mallet

O Secretário de Estado da Saúde Gilberto Martin, esteve em Mallet na sexta feira 23/10/2009, acompanhado do chefe da 4ª Regional de Saúde Dr. Richard Medeiros.
Na oportunidade, a ilustre visita foi recebida pelo Prefeito Cesar Flenik e o Secretário de Saúde Serjo Gryczak. O Secretário Gilberto Martin entregou ao Prefeito de Mallet e ao Secretário de Saúde, a autorização do Governador Roberto Requião para que seja destinada uma ambulância ao município. Também comentou sobre o início das obras nos próximos dias da Clinica da Mulher e da Criança, que deverá estar concluída até o mês de março de 2010. A Clinica da Mulher e da Criança será contruída em amplo espaço com uma área de 240 metros quadrados, localizado na antiga vaca mecânica próximo ao Centro Social de Mallet.. Conforme ressaltou o Secretário de Saúde Gilberto Martin, a clínica será totalmente equipada principalmente com aparelho de ultrassonografia, beneficiando a comunidade carente do município.
"Uma conquista importante para a saúde da população carente, que inclusive ajuda a desafogar as unidades básicas", complementou o Prefeito Cesar Flenik.
Para o Secretário Municipal de Saúde de Mallet Serjo Cryczak, a visita do Secretário de Estado Gilberto Martin, anunciando a vinda de uma ambulância para o município e a autorização do início das obras da Clínica da Mulher e da Criança são metas importantes e, só vem confirmar que a Saúde sempre foi uma das prioridades da Administração Cesar Flenik.
O Secretário Gilberto Martin, entre outros assuntos, destacou a importância do Programa Nascer no Paraná "Direito à Vida", implantado recentemente pelo Governador Roberto Requião em conjunto com a Secretaria Estadual da Saúde.
O programa "Nascer no Paraná: Direito à Vida", que vai mudar a realidade das gestantes e de seus filhos no Paraná. O objetivo é reduzir o índice de mortalidade materno-infantil, que hoje é de 10,4, para menos de 10. Em 2002 o coeficiente de óbitos infantis para cada mil nascidos vivos era de 16,7. Após uma série de ações desenvolvidas pelo Estado, em parceria com a Pastoral da Criança, este número baixou para 12,8 em 2008. Dados preliminares mostram que em 2009 o coeficiente reduziu ainda mais, chegando a 10,4.
O secretário apresentou o símbolo do programa: a Gralha Azul. Ela foi escolhida como ícone do programa. A ave, símbolo do Paraná, ao espalhar o pinhão faz nascer novos pinheiros.
O coeficiente de mortalidade materna em 2002 era de 57,64 para cada 100 mil nascidos vivos. Em 2008, o coeficiente foi de 56,44 e em 2009 dados preliminares mostram o coeficiente de 32,4.
Atualmente o Estado tem dois programas para gestantes já implantados: o programa do Pré-Natal e Nascimento e o programa Gestação de Alto Risco, com 44 hospitais de referência. O novo programa será mais amplo, envolvendo, além da infraestrutura hospitalar e de recursos humanos, a implantação de mais de 300 clínicas da Mulher e da Criança, ações no período pré-natal e cuidados até um ano de vida da criança.
O projeto irá atender as mulheres mais jovens, de classe econômica e social menos favorecidas. "São jovens pouco informadas sobre educação sexual e que desconhecem seus direitos. Numa situação de gravidez, muitas vezes escondem a gestação, fazem abortos ou simplesmente desconhecem que estão grávidas", explicou o secretário.
No entanto, o programa não é restrito a estas jovens, uma vez que muitas mulheres, por questões financeiras, não consultam ginecologistas e obstetras. "Vamos trazer as futuras mães até a rede pública, orientá-las e cuidar da saúde delas e de seus filhos, mostrar que o Estado garante o direito à vida, pelos cuidados médicos gratuitos, pelo apoio psicológico e infraestrutura hospitalar capazes de dar as condições necessárias para uma gravidez", ressaltou.

 


 

 

 
a